"Desde a idade de seis anos eu tinha mania de desenhar a forma dos objetos. Por volta dos cinquenta havia publicado uma infinidade de desenhos, mas tudo que produzi antes dos sessenta não deve ser levado em conta. Aos setenta e três compreendi mais ou menos a estrutura da verdadeira naturaza, as plantas, as árvores, os pássaros, os peixes e os insetos. Em consequência, aos oitenta terei feito ainda mais progresso. Aos noventa penetrarei no mistério das coisas; aos cem, terei decididamente chegado a um grau de maravilhamento - e quando tiver cento e dez anos, para mim , seja um ponto ou uma linha, tudo será vivo." (Katsuhika Hokusai, séc. 18-19)

16.7.09

IDEAFIXA

Oi! Agora vocês também podem acompanhar meu trabalho atravez do site IDEAFIXA . Não deixem de acompanhar esta revista que é tão louca, divertida e colorida como a que aqui vos fala...

13.7.09

Espelhos não mentem, mas podem enganar

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Para os cientistas, a simplicidade e complexidade simultâneas dos espelhos os tornam instrumentos valiosos para explorar questões sobre percepção e cognição em seres humanos e em outras espécies com capacidades neurológicas. E eles são importantes também para investigar como o cérebro interpreta as ondas de informações sensoriais do mundo exterior.

Espelhos estão sendo utilizados para estudar como o cérebro distingue o 'eu' do 'outro', calcula distâncias e trajetórias de objetos e reconstrói a rica tridimensionalidade do mundo a partir de imagens instantâneas basicamente bidimensionais, captadas pelos tecidos achatados das células receptoras da retina.

Espelhos também são empregados na medicina, em que imagens refletidas de membros do corpo de pacientes enganam o cérebro e o estimulam a se curar. Terapias com espelhos têm tratado com sucesso distúrbios como síndrome do membro fantasma, dores crônicas e paralisias pós-derrame.

"De certa forma, os espelhos são o melhor sistema de 'realidade virtual' que podemos construir," disse Marco Bertamini, da Universidade de Liverpool. "O objeto 'dentro' do espelho é virtual, mas para os nossos olhos, ele existe tanto quanto qualquer outro objeto."

O doutor Bertamini e seus colegas também estudam a crença das pessoas acerca da natureza dos espelhos e suas imagens refletidas. Eles descobriram que quase todo mundo, até mesmo estudantes de física ou de matemática, tem impressões surpreendentemente equivocadas.

Outros pesquisadores descobriram que os espelhos podem afetar sutilmente o comportamento humano, quase sempre de forma positiva. Pessoas testadas numa sala com um espelho se mostraram mais esforçadas, mais prestativas e menos inclinadas a trapacear do que os grupos de controle que executavam os mesmos exercícios em um espaço sem espelho.

Em artigo publicado no Periódico de Personalidade e Psicologia Social, C. Neil Macrae, Galen V. Bodenhausen e Alan B. Milne relatam que as pessoas no recinto com espelho se mostraram comparativamente menos propensas a julgar os outros com base em estereótipos sociais, como, por exemplo, sexo, raça e religião.

"Quando induzidas a ser mais auto-conscientes, as pessoas ficam mais propensas a parar e pensar sobre o que estão fazendo," Bodenhausen disse. "Possivelmente, um subproduto dessa consciência é a inibição de atitudes impensadas em benefício de formas mais desejáveis de comportamento."

O auto-reflexo físico, em outras palavras, encoraja uma auto-reflexão filosófica, como um curso intensivo sobre a noção socrática de que não podemos conhecer ou apreciar os outros até que se conheça a si próprio.

Mas a técnica do espelho nem sempre evita reações impensadas. Quando se trata de formas socialmente aceitáveis de estereótipos, afirmou Bodenhausen, como tachar todos os políticos de mentirosos ou todos os advogados de desonestos, a presença do espelho pode estimular, ao invés de conter, os julgamentos simplistas.

A ligação entre autoconsciência e sociabilidade pode ajudar a explicar por que as poucas espécies não-humanas que se reconhecem no espelho são as que possuem sofisticadas vidas sociais.

Nossos sociáveis primos macacos - chimpanzés, bonobos, orangotangos e gorilas - bem como golfinhos e elefantes asiáticos passaram no famoso teste de auto-reconhecimento no espelho, o que significa que, na frente de um espelho, irão inspecionar marcas aplicadas em suas faces ou corpos. Os animais também farão uma análise de sua higiene pessoal, checando suas bocas, narinas e genitálias.

No entanto, nem todos os membros de uma espécie comprovadamente auto-reflexiva passam no teste do espelho. Surpreendentemente, afirmou Diana Reiss - professora de psicologia do Hunter College que estudou auto-reconhecimento no espelho de elefantes e golfinhos - "animais criados isolados parecem não se reconhecer na frente de um espelho."

Na verdade, os humanos também não vêem necessariamente seu rosto no espelho. No artigo "Espelho, Espelho Meu: Aprimoramento no Auto-Reconhecimento," no periódico A Personalidade e a Psicologia Social, Nicholas Epley e Erin Whitchurch descrevem experimentos em que pessoas tinham que se identificar em meio a um emaranhado confuso de rostos.

Os participantes identificaram seus retratos pessoais com mais rapidez quando seus rostos foram modificados digitalmente para parecer 20% mais atraentes. Quando apresentados a imagens melhoradas de si mesmos, imagens pioradas e imagens sem alterações, os participantes tenderam a afirmar que a imagem melhorada era seu rosto genuíno, sem retoques.

Esse Photoshop internalizado não é o simples resultado de uma preferência generalizada pela beleza: quando instruídos a identificar imagens de estranhos em uma rodada subseqüente de testes, os participantes se mostraram melhores em apontar os rostos sem retoques.

Como podemos nos enganar tanto quando a verdade está bem na nossa frente? "Apesar de nos vermos todos os dias no espelho, nós não parecemos exatamente iguais todas as vezes," explica Epley, professor de ciência do comportamento da Graduate School of Business, que integra a Universidade de Chicago.

Você tem a imagem desgrenhada matutina, a pronta para o trabalho, a vestida para um jantar elegante. "Qual delas é você?", pergunta. "Nossas pesquisas mostram que as pessoas, em média, solucionam a ambigüidade a seu favor, formando uma auto-imagem mais atraente do que realmente são."

Outros Enganos Quando olhamos para o espelho, nossa beleza relativa não é a única coisa que julgamos erroneamente.

Em uma série de estudos, Bertamini e seus colegas entrevistaram grandes quantidades de pessoas sobre o que elas achavam que o espelho lhes mostrava. Foram formuladas questões como, Imagine que você está na frente de um espelho no banheiro, quão grande você acha que a imagem de seu rosto será? E o que aconteceria com o tamanho dessa imagem se você desse um passo para trás, para longe do vidro?

A maioria esmagadora das pessoas costuma dar as mesmas respostas. Na primeira questão costumam dizer, "bem, o contorno do meu rosto no espelho deve ser praticamente do mesmo tamanho do real". Já na segunda questão, "isso é óbvio: se eu me afastar do espelho, o tamanho de minha imagem vai diminuir a cada passo".

Acontece que as duas respostas estão erradas. Delineie seu rosto em um espelho e verá que ele é exatamente a metade do tamanho de seu rosto real. Afaste-se o quanto quiser e o tamanho daquele traçado oval não vai mudar: vai continuar a metade do tamanho de seu rosto (ou metade do tamanho de qualquer parte do corpo que você estiver olhando), mesmo que a cena de fundo refletida no espelho mude constantemente.

É importante notar que essa regra da metade do tamanho não se aplica à imagem de outra pessoa que se move no recinto. Se você se sentar parado na frente do espelho e um amigo se aproximar ou se afastar, o tamanho da imagem da pessoa vai aumentar ou diminuir exatamente como seu senso inato diz que deve acontecer.

O que há em nossa imagem refletida que é tão contrário à nossa intuição? Devemos ter em mente que não importa o quão perto ou longe estamos do vidro refletor, o espelho está sempre meio caminho entre nossos corpos físicos e nossas projeções no mundo virtual, portanto, a imagem capturada no espelho é a metade do nosso tamanho real.

Rebecca Lawson, colaboradora de Bertamini na Universidade de Liverpool, sugere imaginar um gêmeo idêntico a você, ambos com cerca de 1,80m, parados um na frente do outro com uma divisória no meio. Qual seria o tamanho de uma janela nessa divisória para permitir que você enxergue todo seu gêmeo por inteiro?

A janela deve permitir que as luzes do topo da cabeça do gêmeo e da base dos seus pés alcancem você, Lawson disse. Essas duas fontes de luz se distanciam em 1,80m e convergem em seus olhos. Se a divisão está próxima de seu gêmeo, os pontos de luz superiores e inferiores apenas começaram a convergir, portanto a abertura deve ser quase o tamanho do corpo dele para que você possa enxergá-lo por inteiro.

Se a divisória está próxima a você, a luz está quase terminando de convergir, então a janela pode ser bem pequena. Mas se a divisória estiver bem no meio entre você e seu gêmeo, a abertura deve ser de 0,90m.

Sob uma perspectiva óptica, o espelho funciona de forma similar, Lawson disse, "com a diferença que, ao invés da luz vindo de um gêmeo diretamente através da janela, você se vê no espelho com a luz que passa por sua cabeça e por seus pés e é refletida para fora do espelho em direção a seus olhos."

Essa é uma divisória cuja posição não podemos mudar. Quando nos contemplamos no espelho, somos todos Narcisos, presos eternamente ao nosso duplo do outro lado.

[O texto foi retirado do site TERRA]

9.7.09

"...CONVENIÊNCIAS .&. CONVENÇÕES..." --- Coisas sem palavras

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"Como se poderia saber que as pregas da mão ou as rugas da face desenham no corpo dos homens o que são as inclinações, os acidentes ou os reveses no grande tecido da vida? Somente porque a simpatia faz comunicarem-se o corpo e o céu e transmite o movimento dos planetas às aventuras dos homens. (...)
"...Somente também porque a brevidade de uma linha reflete a imagem simples de uma vida curta, o cruzamento de duas pregas, o encontro de um obstáculo, o movimento ascendente de uma ruga, a escalada de um homem para o sucesso..." (...)
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"...A grande analogia do corpo e do destino é assinalada por todo o sistema dos espelhos e das atrações. São as simpatias e as emulações que assinalam as analogias." (pg.38)
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"...Em cada ponto de contato começa e acaba um elo que se assemelha ao precedente e se assemelha ao seguinte: e, de círculos em círculos as similitudes prosseguem retendo os extremos na sua distância..."(pg.22)
..................................................................................................... Trecho do livro "As palavras e as coisas" de Michel Foucault

3.7.09

DESVENDA - Feira de Arte Contemporânea

FEIRA DESVENDA

TODO PRIMEIRO DOMINGO DE CADA MÊS

DAS 16H ÁS 22H

TRAVESSA DOS VENEZIANOS,

Nº 30

Contatos:

desvenda@gmail.com

11.6.09

.Este lugar já é meu lugar comum.
No transitar entre um e outro, demarquei um território; Um novo caminho.
Que é real e perceptível a todos.
E eu estou buscando fôrmas para formalizar este caminho, dar uma forma a ele, iluminá-lo.
Por agora ele esta na minha mente.
Mas ele se É, e me É revelado a cada flash...
.A cada nova fotografia.
Então ele se torna real.
Aonde este caminho nos leva, eu não sei...
Mas sei que ele percorre os labirintos da imaginação, passando por lugares conhecidos e desconhecidos...
lugares bizarros e coloridos...
Talvez não leve a lugar algum...
Mas é bem divertido.
.....................................................................................
CONHECER O CAMINHO É DIFERENTE DE PERCORRER O CAMINHO

10.6.09

.................Imagens que falam!................ .................Saltam aos olhos!............. ................................................................. ........Imagens construídas pelo homem .................Pela mão.......................... ................Imaginação....................... ................Projeção mental....................... .........É mais que imagem............................ É o que se encontra no centro ........................no cerne ................................................................ ........................MIOLO .........................................Aquela coisa...

2.6.09

CULTURA DO PRAZER

CULTURA DO PRAZER ..................................................................................................................................................................................... ................Estou vestida com roupas coloridas, babados, costuras, rendas; meu cabelo está arrumado, a maquiagem cobre meu rosto como uma mascara, as jóias penduradas... as pessoas estão me olhando, analisando... Não, eu não estou encenando uma peça, recebendo um prêmio ou fazendo um discurso: estou atravessando a rua, e as pessoas que me olham não são espectadores, são pessoas como eu, personagens da vida real, e aqui nesta esquina todos temos o papel principal, desde o presidente do mundo que espera no sinal, ao malabarista que faz seu show no meio da rua. Todos fazemos parte do espetáculo; podemos estar na platéia no palco ou atrás dele, podemos estar na bilheteria ou limpando o chão, podemos escolher, ou acreditar que temos escolha. ........................................................................................................................................................ ...........Hoje na sociedade que vivemos somos incentivados a acreditar na escolha; somos bombardeados com informações que se apossam de nossos sentidos, nos fazem ver, ouvir cheirar; devemos experimentar tudo, ter prazer em tudo, estar em todos os lugares, se fazer ver, e de preferência com um embrulho bem bonito que expresse o quanto sou coolt e informada, informada por este meio que nos modela em forminhas e nos enfeita com bolinhas coloridas de sabor artificial de qualquer coisa para depois nos colocar um rotulo que contem as informações sobre “minhas” escolhas, minhas passagens, meu conteúdo. Assim estou pronta para ser servida neste banquete que alimenta o espetáculo. ................................................................................................................................................................. Em meio a este banquete de ilusões que vivemos na realidade, eu escolho saborear, provar todos os sabores de todas as formas, viver o espetáculo, criar novos sabores, novas formas de conduzi-lo, novas fôrmas para esta massa; Viver no real o que me é oferecido no virtual. Concordo com o autor Vilém Flusser que diz: “Antes , o objetivo era formalizar o mundo existente; hoje o objetivo é realizar as formas projetadas para criar mundos alternativos” . Formalizamos o espetáculo, criamos ele; se não estamos gostando do que estamos vendo, podemos levantar do meio da platéia, gritar e mudar o foco, mas fazendo isso estamos apenas criando outro espetáculo, um espetáculo tumultuado cheio de duvidas e indignação; onde uns não entendem, outros aproveitam a brecha para também atuar , é esta a situação que nos encontramos. Olhamos para o palco e não vemos mais atores, eles estão infiltrados na platéia pois já não agüentam mais o velho texto de sempre; agora nós somos o espetáculo. Não há roteiro, basta sermos quem somos. Ai entra a busca por novas formas, novos signos; mas os velhos diretores ainda estão presentes, e catam no meio da multidão aqueles que se parecem com os velhos atores, aqueles que representam de forma mais original o velho texto. ................................................................................................................................................................... Mas e eu? E meu trabalho? Onde estamos? Na verdade não vi o espetáculo 1°, cheguei atrasada, depois que o tumulto já estava formado. Não entendi nada, não conhecia ninguém, fiquei num canto contemplando uma imagem, imagem esta que reflete exatamente tudo o que esta no seu raio, todo o espetáculo, e ainda me coloca dentro dele. Não quero mudar o “rumo” do espetáculo, propor uma nova re-significação ou apontar para novas direções. Proponho apenas que se coloque um espelho no palco e deixem as pessoas ver o que elas mesmas projetam, o espetáculo que nós mesmos criamos, este é o show. Vamos gozar juntos estas imagens projetadas e distorcidas pela nossa imaginação. Eu convido as pessoas a viver o espetáculo, se entregar a virtualidade do pensamento construindo um prazer que é real. ........................................................................................................................................................................ MARCIELI PAHISN COMPAGNON ............................................................................................................................................................................ ................................................................................................................. (Ensaio a partir da leitura do livro "SOCOEDADE DO ESPETÁCULO" - Guy Debord)

1.6.09

Para o espetáculo do mês de Junho, além de expostos em uma cachaçaria (que Sto. Antônio nos abençoe), os trabalhos também estão "enfeitando" a vitrine da Óptica Vitorino. Agraciando o olhar de todos os que desejam ampliar sua visão... ,,,,,,,,,,,,,,,,,PROPAGANDA É A ÓPTICA DO NEGÓCIO
www.opticavittorino.com.br

27.5.09

EXPOSIÇÂO -- 512

Simplesmente enlouquecedoras, a artista e sua obra, nos mostram que é possível o sim, o Sim para escapar de certa alienação estética, principalmente, colocando-nos a pensar sobre o respeitar a singularidade do outro no produzir artístico. O uso de própria técnica, desenvolvida ao passo que evolui o trabalho, é característica de quem, definitivamente, resolveu perder-se; sendo que perder-se é achar e não se saber o que fazer do que se acha. É estremecer-se em um Sim atordoante, rasgado por uma idiossincrasia infalível, por isso mesmo de beleza insuportável. De modo que, a vertiginosa obra da artista oferece às pessoas uma compreensão súbita dotada de uma incompreensão aguda, pois passível de múltiplas interpretações, possibilita, inclusive, uma visão figurativa do que lhe é abstrato, em níveis diferenciados conforme a criatividade estimulada de cada pessoa; o que deixa explícita a intensa experiência emocional da artista, quando trabalha, de que depois participa o público de modo ativo e interativo, o que constitui o arremate do trabalho em si. Confirma, assim, que o trabalho do artista nunca é só, pois o artista por si só, inevitavelmente, declara-se em relação ao outro, aos outros usuários da linguagem de uma forma de arte, e isso fica evidente no trabalho de Marcieli Pahins Compagnon. Propondo um exercício orgânico de ampliações pluri e supra-sensoriais na infinitude cognitiva de cada pessoa, a artista manifesta-se heterogeneamente dentro de uma homogeneidade do pensamento artístico, do que é, do que não é, e do que pode ser arte. A arte não é um estado cultural, o do bem-estar, do consumo, e até dos privilégios de que já desfrutam minorias afluentes. A arte só o é como o possível, o que pode ser, o que ainda não é, mas está anunciado na obra de Marcieli Compagnon. Distintamente, a artista diligencia, assim, a construção do novo, e não uma mera extensão ao outro do que lhe já é velho. Imerso em um deleitoso conforto visual, o público é levado a diálogos internos abruptos, sobre a relação ciência e arte, novas tecnologias digitais e mudanças na própria cultura, no que é o cultural, no que é o artístico. Com um trabalho de caráter inexaurível, por ser de. E o ponto final faz-se necessário após o “de”, pois ao caminhar em direção a uma consolidação de sua identidade artística, a artista nos coloca frente a uma obra incitável, inegável, inefável. ........................................................................................................... DIOGO DUBIELA...................................................... (ESTUDANTE DE CIÊNCIAS SOCIAIS)

30.4.09

ALCALINA

....... .................... ........... (Fotografo: Rogério S. Jacques Produção/Direçao: M!au)........................................................................................................................................... Um dia sofremos uma lesão esquerda e perdemos a noção do EU, o que fica é uma intensa sensação de presença em todas as coisas, como se a dimensão do corpo transbordasse... fluísse para outras dimensões, e no final o que temos são registos desta viagem ao universo imaginário...

AGORA FUDEU! TRI AFUDE! TA FODA ISSO AGORA!

Ateliê 720

9.4.09

CULTURA DIGITAL - Uma infecção do prazer

A Artetambém não pode ser compreendida como uma simples expressão do interior nem comoa reprodução de figuras da realidade exterior, porque o momento decisivo e caracteristico reside para ela na meneira pela qual faz dissolver um no outro o "subjetivo', nesta dissolução mesma, um estado e um conteudo novos." (Mário Pedrosa, um capitulo brasileiro da Teoria da Abstração - OTÍLIA BEATRIZ FIORI ARANTES )